Língua Portuguesa, Literatura e Alfabetização

Mês: junho 2021 (Page 1 of 3)

Diretor-geral ou Diretor geral – tem hífen?

A forma correta é diretor-geral, com hífen. Neste artigo, vamos explicar o porquê da palavra ser escrita dessa maneira. Vejamos!

Hífen

Na língua portuguesa, segundo as regras do Acordo Ortográfico, todas as palavras compostas formadas com o adjetivo geral devem ser escritas com hífen.

ex: diretor-geral, gerente-geral, relator-geral, ouvidor-geral, procurador-geral, secretário-geral, etc.

Vale acrescentar que o termo em análise é formado por justaposição. Isso significa que, no processo de combinação, os radicais das palavras não sofrem alteração e mantêm sua ortografia original.

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Discordar x Descordar – quando usar cada termo?

Tanto discordar quanto descordar são palavras que existem na língua portuguesa. Elas, contudo, têm significados bem diferentes. Por isso, neste artigo, vamos mostrar quando e como utilizar cada uma. Vejamos!

Discordar

Discordar é um verbo que significa divergir, desconcordar, opor. A palavra vem do latim discordare. Vejamos alguns exemplos de uso desse termo:

  • Ele discordou de como aquele situação foi resolvida.
  • Meu irmão sempre discordava de mim quando éramos adolescente, mas hoje ele concorda com minha visão de mundo.
  • Para discordar de uma tese, é preciso antes entendê-la.

Ademais, é importante ressaltar que o verbo discordar pode ser transitivo indireto ou intransitivo.

No primeiro caso, ele tem o sentido de discrepar, de termo uma opinião oposta (discordar de alguém). No segundo, por sua vez, ele é utilizado no meio musical para indicar algo de que não soa bem, que desafina.

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Qual o feminino de bacharel?

O feminino de bacharel é bacharela. Apesar de pouco usual, a palavra está registrada no Vocabulário Oficial da Língua Portuguesa (Volp) da Academia Brasileira de Letras. Neste artigo, vamos fazer uma análise desse termo. Vejamos!

Classificação morfológica

Bacharela é um substantivo feminino originado do termo francês bachelier.

ex: Joana é formou-se bacharela em história.

Ademais, o termo também representa a conjugação do verbo bacharelar na terceira pessoa do singular do presente do indicativo:

  • Eu bacharelo
  • Tu bacharelas
  • Ele bacharela
  • Nós bacharelamos
  • Vós bacharelais
  • Eles bacharelam
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E-mail x Email – tem hífen?

A forma mais indicada é e-mail, com hífen. Contudo, a palavra email, sem hífen, aparece em vários dicionários de língua inglesa e, por isso, também é aceita por alguns estudiosos da língua portuguesa.

Neste artigo, vamos explicar melhor essa situação. Vejamos!

E-mail x Email

No caso da palavra aqui em análise, temos um estrangeirismo sem aportuguesamento. Contudo, tivemos uma mudança sutil na grafia.

De acordo com o Vocabulário Oficial da Língua Portuguesa (Volp), enquanto, na língua inglesa, a forma mais utilizada é email, por aqui a forma reconhecida pela Academia Brasileira de Letras é e-mail.

Vale ressaltar, no entanto, que a forma email é muito difundida entre os falantes e é aceita por alguns estudiosos da língua portuguesa.

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Redação no Enem: passo a passo para a nota mil

Uma redação nota mil no Enem tornou-se o sonho de muitos jovens brasileiros nos últimos anos. No entanto, escrever uma boa redação dissertativa-argumentativa nesse exame vai muito além de escrever de forma coerente e sem erros de português.

A banca do Enem possui regras bem específicas, e você deve conhecê-las para não perder ponto à toa. Portanto, veja a seguir como você será avaliado e as principais dicas que o Clube separou para você fazer uma redação nota mil no Enem!

Conheça as cinco competências do Enem 

As competências do Enem são os critérios que norteiam a avaliação da sua redação pela banca examinadora. Para cada competência, o corretor aplica uma nota de 1 a 5, sendo:

1 – Descumprimento total da competência;

5 – Desenvolvimento pleno da competência.

Vejamos cada uma.

Competência I: Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa

A primeira competência da Matriz de Referência do Enem avalia o domínio que o candidato possui da norma culta da Língua Portuguesa. Na prática, o que a banca espera do candidato é um léxico variado, respeito à ortografia e boas estruturas sintáticas, a fim de garantir uma leitura fluida e clara.

Contudo, é importante não confundir léxico variado, que é um amplo conhecimento e emprego de palavras, com preciosismo linguístico!

O preciosismo é um vício de linguagem que consiste no uso excessivo de palavras rebuscadas e não usuais, o famoso “falar difícil”. Muitos pensam que isso automaticamente passa certa credibilidade e demonstra domínio da língua, enquanto, na verdade, esses vocábulos afastam a clareza e a inteligibilidade imediata do leitor. Portanto, evite correr riscos e aposte numa linguagem simples, porém correta.

No mais, preocupe-se principalmente com a forma como seus períodos são construídos, certificando-se de que eles estão completos e contribuem para a fluidez da leitura. De modo geral, prefira orações na ordem direta e períodos curtos, entre duas e três linhas, no máximo. 

De qualquer forma, para dominar esta competência, não há outro caminho a não ser muita leitura e estudo da gramática normativa.

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Intertextualidade: conceito, classificações e tipos

Intertextualidade é um conceito que indica a relação entre vários textos. Ela acontece quando um autor usa referências de outras produções textuais. Isso pode ocorrer de forma explícita ou implícita.

Neste artigo, vamos detalhar esse tema e apresentar as categorias e tipos de intertextualidade. Vejamos!

Classificações da intertextualidade

A intertextualidade é dividia em duas categorias: explícita e implícita. Assim, vamos entender melhor as característica de cada um desses grupos.

Intertextualidade explícita

A modalidade explícita é aquela em que fica claro para o leitor a referência que o autor está utilizando em seu texto.

Um exemplo são as citações, que, em geral, são marcadas pelas aspas. Dessa forma, estabelece-se uma relação direta e nítida com o texto-fonte.

As principais característica dessa categoria são:

  • Fácil identificação da intertextualidade por parte do leitor;
  • Não necessidade de conhecimento prévio;
  • Relação direta com o texto original.

Intertextualidade implícita

Em contrapartida, a modalidade implícita é mais sutil. Ela envolve uma referência indireta ao texto-fonte, o que exige do leitor uma bagagem cultural maior para compreender a relação entre os textos.

Um exemplo são as alusões, que aparecem na produção textual de forma apenas sugerida, mas sem explicitação da origem.

As principais característica dessa categoria são:

  • Difícil identificação da intertextualidade por parte do leitor;
  • Necessidade de conhecimento prévio;
  • Relação indireta com o texto original.
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Concordância nominal: conheça os principais casos

Você pode se perguntar o que é concordância nominal? A concordância nominal é a adequada flexão em gênero (masculino e feminino) e número (singular e plural) dos determinantes que caracterizam um determinado substantivo. Os determinantes podem ser: artigos, adjetivos, numerais e pronomes.

 Exemplo de concordância nominal:

– Aquelas duas lindas moças já disputaram o Miss Brasil.

Ao classificar morfologicamente cada termo em destaque, temos:

Aquelas: pronome

duas: numeral

lindas: adjetivo

moças: substantivo

O substantivo é a peça-chave nesse tipo de concordância. Logo, pelo fato de moças estar no feminino e no plural, as demais palavras que caracterizam esse substantivo (aquelas, duas e lindas) também devem estar no feminino e no plural, conforme a regra geral de concordância nominal.

No entanto, alguns casos vão além dessa simples regra. Vejamos os principais a seguir.

Regras de concordância nominal

Quando pensamos nas regras de concordância nominal, devemos lembrar que as mesmas sempre tentam concordar adjetivos, numerais, pronomes adjetivos e artigos com o número e gêneros dos substantivos. Vamos conferir cada uma delas em detalhes agora.

Concordância nominal de adjetivos com o substantivo

1. Um adjetivo para dois ou mais substantivos

Quando um adjetivo caracteriza dois ou mais substantivos, ele deve concordar com o substantivo mais próximo (concordância atrativa) ou com todos os substantivos (concordância gramatical).

– Gosto de alunos e alunas dedicadas. (concordância atrativa)

– Gosto de alunos e alunas dedicados. (concordância gramatical)

2. Adjetivo antes dos substantivos

Quando o adjetivo estiver anteposto aos dois ou mais substantivos que caracteriza, é obrigatória a concordância com o termo mais próximo. Veja alguns exemplos de concordância nominal:

– Consumi bons vinhos, comidas e livros.

– Consumi boa comida, vinhos e livros.

3. Dois ou mais adjetivos para um substantivo

Quando dois ou mais adjetivos caracterizam o mesmo substantivo, o substantivo deve ficar no plural.

– As diferenças entre os setores público e privado são grandes.

Contudo, se houver um determinante antes do segundo adjetivo, o substantivo deverá ficar no singular.

– As diferenças entre o setor público e o privado são grandes.

4. Adjetivo composto

Quando o adjetivo em questão é composto, somente o segundo termo da composição varia para concordar com o substantivo.

– As medidas econômico-financeiras da diretoria não agradaram a todos.

Porém, se houver um substantivo na composição, o adjetivo fica invariável. Veja como fica a concordância nominal:

– Vestidos vermelho-sangue

– Sofás cinza-escuro

– Cadernos amarelo-ouro

– Camisas marrom-terra.

São sempre invariáveis: azul-marinho, azul-celeste, furta-cor, ultravioleta, sem-sal, sem-terra, verde-musgo, cor-de-rosa, zero-quilômetro.

Advérbios x adjetivos

Algumas palavras, dependendo do contexto, podem ser tanto advérbios quanto adjetivos, exemplos: caro, barato, meio, junto, muito e bastante. Para identificar a qual classe essas palavras pertencem, é bem simples:

– Quando elas se ligam a um verbo, adjetivo ou outro advérbio, são consideradas advérbio, que é uma classe invariável, isto é, não sofre variação em gênero e em número.

– Quando elas se ligam a um substantivo, pronome, numeral ou qualquer palavra de valor substantivo, são consideradas adjetivo, que é uma classe variável em gênero e em número.

Exemplos:

– Paguei caro/barato pela bolsa. (advérbios – invariáveis)

– Comprei aquela bolsa cara/barata. (adjetivos – variáveis)

– Ando meio desatenta. (advérbio – invariável)

– Comi meia banana. (adjetivo – variável)

– Fica junto à cerca. (advérbio – invariável)

– Juntas nós podemos mais. (adjetivo – variável)

– Gosto muito deles. (advérbio – invariável)

– Gosto de muitos amigos. (adjetivo – variável)

– Estudo bastante. (advérbio – invariável)

– Estudo bastantes matérias. (adjetivo – variável)

Concordância nominal do pronome com dois ou mais substantivos

Se um pronome fizer referência a dois ou mais substantivos de gêneros diferentes, então ele deve ficar no masculino plural.

– A simpatia, o respeito e a prudência, a mãe os havia ensinado aos filhos.

Concordância nominal de numerais ordinais com o substantivo

Com numeral ordinal, é o substantivo que pode variar. Opções possíveis:

– A primeira e segunda aula(s) foram ótimas.

– A primeira e a segunda aula(s) foram ótimas.

Se o substantivo estiver anteposto aos numerais, é obrigatório que ele fique no plural:

– As aulas primeira e segunda foram ótimas.

Casos especiais de concordância nominal

Também é importante estudar a concordância nominal e casos especiais sobre o tema. Veja alguns agora mesmo.

1. Palavras: mesmo, próprio, só, extra, junto, leso, quite, obrigado, anexo, apenso e incluso</h3>

Quando tais palavras possuem valor de adjetivo, elas devem variar normalmente.

– A criança mesma pintou o quadro.

– As amigas vivem falando de si próprias.

– As filhas ficaram sós. (= sozinhas)

– Costumava fazer cinco horas extras por semana.

– Os quatro estudavam juntos naquela escola.

– Tentar submeter o território nacional ao domínio de outro país é crime de lesa-pátria.

– Eles estão quites com o serviço militar.

– As alunas disseram ao professor: “Muito obrigadas!” e saíram.

– As gravações seguem anexas.

– As fichas seguem apensas.

– Estão inclusos os valores de transporte.

2. Expressões: é preciso, é necessário, é bom, é proibido, é permitido

Junto a essas expressões, o adjetivo fica invariável quando se refere a um substantivo de sentido genérico, ou a um substantivo sem um determinante (artigos, adjetivos, numerais e pronomes).

– Alface é bom.

– É necessário disciplina para ser aprovado.

– É proibido entrada de animais neste estabelecimento.

No entanto, quando o substantivo está acompanhado de um determinante, o adjetivo deve variar.

– Esta alface é boa.

– É necessária uma disciplina militar para ser aprovado.

– É proibida a entrada de animais neste estabelecimento.

3. Substantivo com valor contextual de adjetivo

Quando um substantivo assume valor contextual de adjetivo, ele nunca varia.

– Ganhei dois pijamas laranja.

– Senti umas dores de cólica monstro.

– Há muitos funcionários fantasma na cidade.

– Recebeu notícias relâmpago na véspera do casamento.

– Realizava ataques surpresa contra os inimigos.

4. Verbos no particípio

O verbo no particípio funciona como adjetivo na voz passiva analítica, portanto concorda em gênero e número com o substantivo também.

– Os lutadores brasileiros foram nocauteados no campeonato.

– Minha filha e meu sobrinho tinham sido aprovados na universidade federal.

5. Pronome indefinido neutro + preposição “de” + adjetivo

Nas expressões formadas por pronome indefinido neutro (nada, algo, muito, tanto, etc.) + preposição “de” + adjetivo, este último normalmente é usado no masculino singular.

– Os jovens tinham algo de misterioso.

Porém, também podem concordar por atração com o sujeito:

– Maria e Ana nada tinham de ingênuas.

Silepse de gênero e de número na concordância nominal

Silepse, também chamada de concordância irregular, ideológica ou figurada, é uma figura de linguagem na qual a concordância acontece não com o que está explícito na frase, mas com o que está subentendido.  Ou seja, trata-se de uma concordância ideológica, que ocorre com a ideia que o falante quer passar.

Há dois tipos de silepse na concordância nominal: 

1. Silepse de gênero

O determinante fica em gênero diferente do substantivo (ou palavra substantivada) ao qual faz referência, pois faz concordância com o sexo da pessoa a que se refere o tratamento.

– Presidente, Vossa Excelência está apressado!

2. Silepse de número

Não há flexão nominal, mas o determinante fica em número diferente do substantivo (ou palavra substantivada) ao qual faz referência.

– O brasileiro é muito persistente. Com as inúmeras dificuldades do país, aprenderam a ser batalhadores.

Silepse é erro gramatical?

A silepse, por ser uma figura de linguagem, tem fundamento semântico e estilístico e não é considerada erro gramatical. No entanto, ela não se aplica a construções próprias do registro coloquial, as quais não contam com intenção estilística e nem possuem respaldo no registro culto, exemplo: “a gente vamos”.

Que tal fazer alguns exercícios e atividades de concordância nominal para colocar esse conhecimento em prática?

Resumo de concordância nominal

Como pudemos observar nas regras gerais de concordância nominal, a concordância pode ser atrativa ou gramatical, dependendo da posição dos termos na oração. Além disso, substantivos, adjetivos ou a combinação de ambos em um termo também alteram a concordância nominal. 

Seguindo essas regras, não vai mais errar quando for realizar a concordância de nomes. No entanto, você sabe como realizar a concordância verbal corretamente? No Clube do Português é possível aprender o que é concordância verbal e nominal. Continue estudando e lendo!

Hipertexto – o que é isso?

Hipertexto é uma forma não linear de escrita e leitura, que coloca o leitor como protagonista na construção interativa de textos. Neste artigo, vamos detalhar esse conceito. Vejamos!

Linguística e Tecnologia

Quando o computador ainda era um objeto raro na vida das pessoas, o filósofo e sociólogo americano Theodor H. Nelson criou o conceito de hipertexto, lá na década de 60.

Segundo o pesquisador, hipertexto são “escritas associadas não sequenciais, conexões possíveis de se seguir, oportunidades de leitura em diferentes direções”.

O exemplo mais claro disso são os links e hiperlinks que encontramos nos textos da internet. Eles permitem a criação de uma rede de informações que dá origem a uma experiência de leitura que pode seguir por diferentes caminhos de maneira não hierarquizada.

Nesse contexto, há o empoderamento tanto do leitor quanto do autor e a possibilidade de trabalhar com diferentes níveis de aprofundamento. Você pode, por exemplo, escolher uma leitura rápida e superficial, mas pode também optar por navegar por diferentes fontes para explorar até os mínimos detalhes de determinado tema.

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Bem-feito, bem feito e benfeito – quando usar cada um?

Bem-feito, bem feito e benfeito: as três formas estão corretas, mas cada uma deve ser utilizada em um contexto específico. Neste artigo, vamos mostrar quando e como usar cada termo. Vejamos!

Benfeito

De acordo com o Vocabulário Oficial da Língua Portuguesa (Volp), benfeito, junto e sem hífen, é um substantivo, sinônimo de benfeitoria e de benefício. Vejamos alguns exemplos de uso dessa palavra:

  • O benfeito da administração contribuiu para o bem-estar dos moradores do bairro.
  • Para recuperar essa praça, a prefeitura terá que fazer muitos benfeitos.
  • Esse benfeito vai deixar a fachada do prédio muito mais bonita.
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Tipologia textual: conceito e exemplos

A tipologia textual trata das diferentes formas de organização e apresentação linguística de um texto. Também conhecido apenas como tipo textual ou ainda modo de organização do discurso e modo textual, esse tipo de classificação de um texto se dá por meio dos seus aspectos sintáticos, dos tempos verbais empregados, das relações lógicas, do objetivo comunicativo, etc. 

Existem cinco categorias de texto dentro da tipologia textual:

  1. Texto narrativo;
  2. Texto descritivo;
  3. Texto dissertativo (informativo ou argumentativo);
  4. Texto injuntivo;
  5. Texto dialogal.

Neste artigo, vamos falar sobre cada uma delas e trazer exemplos. Vejamos!

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