Língua Portuguesa e Literatura para o Enem

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GMAT: o que é e como funciona o exame internacional padronizado para pós-graduação

O Graduate Management Admission Test (GMAT) é uma prova de admissão exigida, principalmente, por escolas de negócios nos Estados Unidos e na Europa. Atualmente, mais de 1.500 programas de MBA em mais de 80 países utilizam as notas do teste como uma parte de seus processos de admissão de estudantes.

Além disso, algumas instituições de ensino também oferecem bolsas de estudos específicas para os estudantes que obtêm pontuações excepcionais no GMAT.

Essas bolsas podem cobrir total ou parcialmente as despesas com a mensalidade, livros e materiais do curso, além de oferecer outros benefícios, como acesso a programas de mentoria, oportunidades de networking e estágios remunerados. Essas bolsas são uma forma de reconhecer e recompensar o esforço e a dedicação dos estudantes em alcançar um desempenho excepcional no GMAT.

Outro aspecto importante do GMAT é que ele pode ajudar a nivelar o campo de jogo para estudantes internacionais. Muitas instituições de ensino levam em consideração a pontuação no GMAT ao avaliar a candidatura de estudantes internacionais.

Isso acontece porque o teste é padronizado e baseado em habilidades que são universalmente relevantes para o sucesso acadêmico e profissional na área de administração. Portanto, um estudante internacional que obtém uma pontuação alta no GMAT pode se destacar entre os demais candidatos e aumentar suas chances de conquistar uma bolsa de estudos.

Além de ser um requisito para a obtenção de uma bolsa de estudos, o GMAT também oferece outros benefícios aos estudantes que desejam se destacar em suas carreiras.

O teste ajuda a desenvolver habilidades essenciais, como pensamento crítico, resolução de problemas, habilidades de comunicação e tomada de decisões. Essas habilidades são altamente valorizadas no mercado de trabalho e podem abrir portas para oportunidades de emprego e avanço na carreira.

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Nome dos sons dos animais (vozes dos animais)

Assim como os seres humanos, os animais também precisam se comunicar. No entanto, como não são capazes de formar palavras e frases, eles usam os mais diversos sons para se expressarem. 

Esses sons também são chamados de vozes dos animais e são utilizados pelos bichos para múltiplas finalidades, como atrair parceiros, delimitar território, afastar predadores e se comunicar com o resto do bando. Neste artigo, você vai saber qual o nome dos sons dos animais. Acompanhe!

Qual o nome dos sons dos animais?

Cada animal emite um som diferente do outro e todos esses sons possuem uma denominação. Vamos conhecer a seguir os principais. Confira!

ANIMALSOM
AntaAssobia
BurroZurra – Relincha
CachorroLate – Rosna – Ladra
CavaloRelincha – Rincha – Bufa
CigarraCanta
CobraChocalha- Sibila
CoelhoChia- Guincha
CorujaPia 
ElefanteBerra – Brama
GalinhaCacareja – Pia
GaloCanta 
GatoMia – Ronrona
InsetoZumbe – Chia
LeãoRuge – Brama – Urra
LoboUiva – Ladra
MacacoGrita – Assobia
PapagaioParla-Fala
PatoGrasna
PintoPia
SapoCoaxa – Grasna
TigreRuge – Brama
ZebraRelincha – Zurra
Nomes das vozes dos animais.
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10 atividades para trabalhar diversidade cultural na escola

O tema da diversidade tem ganhado força a cada dia. Isso é fruto da mobilização de diversos grupos que foram historicamente minorizados. Nesse contexto, é fundamental trabalhar diversidade cultural também nas escolas, afinal um dos objetivos da educação é formar cidadãos mais conscientes.

Por isso, neste artigo, vamos trazer 10 propostas para abordar essa temática nas salas de aula. Vamos lá!

10 propostas para trabalhar a diversidade cultural nas escolas.

O que é diversidade cultural?

Antes de mais nada, é preciso definir o que é diversidade cultural. Trata-se do conjunto das diferentes culturas que convivem juntas em determinado território.

A cultura é composta por diversos elementos que a tornam particular, como costumes, linguagem, folclore, culinária, modelo de organização familiar, religiões e credos, organização política, entre outros.

Promover a diversidade cultural nas escolas é fundamental para estimular as 5 competências socioemocionais trazidas pela BNCC.

Feita essa contextualização, vamos às propostas.

1) Promover rodas de conversas sobre representatividade e diversidade

As rodas de conversa são dinâmicas que consistem em reunir os estudantes em círculo para debater um tema específico.

Nesse sentido, é muito proveitoso trazer temas ligados à pauta da representatividade e da diversidade para que os participantes possam compartilhar seus pontos de vista e também aprofundar seu conhecimento sobre esses assuntos.

Além disso, esses momentos de conversa aberta e franca contribuem para criar um ambiente onde os estudantes se sentem livres para se expressar e para serem atores ativos da comunidade escolar.

2) Trabalhar livros com protagonistas diversos

Atualmente, há muitos livros que trazem protagonistas mais diversos, com representantes negros, indígenas, pessoas com deficiência e de outros grupos historicamente discriminados. Trazemos aqui três sugestões de leitura:

a) O pequeno príncipe preto

Neste livro, o ator e articulador cultural Rodrigo França faz uma releitura do clássico da literatura mundial com o protagonista sendo um menino negro. A narrativa também agrega várias referências da cultura africana.

b) Tudo bem ser diferente

Nesta obra, o autor Todd Parr fala sobre as diferenças das pessoas de forma leve e divertida. O livro aborda temas como respeito às pessoas com deficiência, adoção, racismo, aceitação, entre outros.

c) A boca da noite

Os autores Cristino Wapichana e Graça Lima contam a história de Kupai, menino do povo Wapichana. A obra trabalha a cultura indígena, tendo como pano de fundo a relação entre os irmãos Kupai e Dum com as histórias que seu pai conta para eles.

3) Dinâmicas de integração

As dinâmicas de integração ajudam a promover o espírito comunitário entre os estudantes. Nesses momentos, é possível realizar atividades que permitam que os participantes conheçam a trajetória de vida de seus colegas.

Uma proposta interessante é dividir a turma em duplas e fazer com que cada aluno apresenta seu parceiro. Assim, eles têm a possibilidade de entender a história um dos outros.

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Sinais de pontuação: história, origem e data de criação

Os sinais de pontuação existem para facilitar a nossa compreensão diante de uma frase ou de um texto. Certamente, você já se deparou com algo escrito sem ponto final ou com alguém dizendo que a vírgula é pausa para a respiração, não é mesmo?

No entanto, a história dos sinais de pontuação vai muito além do que a maioria conhece. É sobre isso que falaremos neste artigo. Acompanhe!

Quando e como surgiram os sinais de pontuação?

Grande parte da pontuação surgiu entre os séculos XIV e XVII, na Europa. Antes disso, toda a forma de comunicação escrita era realizada sem o uso de sinais gráficos. Logo, imaginamos que os textos e frases eram muito mais complicados de serem interpretados, algo não tão simples e com grandes chances de erros. 

O momento em que apareceram as primeiras vírgulas, pontos de interrogação e os dois pontos corresponde ao período em que o hábito da leitura cresceu pelo surgimento da impressão tipográfica.

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Efeitos de sentido – conceito e características

Quando queremos expressar algo além do perceptível durante a produção textual, é comum que façamos o uso de alguns recursos. Esses recursos são conhecidos como efeitos de sentido. Eles podem se manifestar por intermédio da ambiguidade, duplo sentido, ironia e humor. Neste artigo, vamos analisar cada um deles. Confira!

Ambiguidade

A ambiguidade ocorre quando uma mesma palavra ou expressão apresenta mais de uma interpretação. É um recurso que pode ser usado de duas maneiras: 

  • como um mecanismo expressivo, especialmente em textos humorísticos ou de publicidade;
  • como um erro de construção textual, dificuldade a clareza da mensagem. 

Isso significa que a ambiguidade pode tanto ser utilizada com um propósito, quanto sem intenção alguma. Nos casos de textos argumentativos, jornalísticos, didáticos e outros de caráter informativo, ela é considerada um erro. Isso porque, nesses tipos de texto, a mensagem precisa ser o mais objetiva possível. Observe um exemplo:

efeito de sentido: ambiguidade.
Fonte: Escola estadual Darcy Ribeiro

A declaração da imagem acima ilustra a ambiguidade como um erro de construção textual, uma vez que é possível ter a impressão que a modelo Gisele Bundchen está chamando a mãe de galinha e o pai de peixe. 

Contudo, o que ela realmente quis dizer é que sentia falta da galinha e do peixe que a mãe e o pai faziam, isto é, da refeição que eles preparavam.

Já em tirinhas com sarcasmo ou em textos publicitários, a ambiguidade pode ser bem-vinda, pois faz com que o leitor explore as duas possibilidades, como é o caso do exemplo abaixo:

efeito de sentido: ambiguidade
Fonte: Humor Político

Na tirinha, fica claro que a mulher não entendeu a indagação do médico, que se referia ao estado de saúde dela. No entanto,o efeito de sentido foi usado de forma proposital para mostrar que os “corruptos” levaram tudo o que a mulher tinha. 

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Dialeto – conceito, características e exemplos

Dialeto é a forma como uma língua é falada em uma determinada região. Em outras palavras, trata-se de uma variedade linguística. Um exemplo disso é o dialeto caipira, que faz referência ao modo que as pessoas se expressam no interior de São Paulo.

Para você entender melhor, no artigo de hoje, vamos falar detalhadamente sobre a origem e as características dos dialetos. Acompanhe!

Sobre a origem do dialeto

O termo dialeto teve origem na Grécia antiga. A língua grega compunha-se de diferenças nítidas de uma região para a outra. No início, o dialeto era simplesmente um rótulo descritivo, aplicado somente à variação linguística regional. 

Algum tempo depois, um desses dialetos foi selecionado para se tornar a base da língua grega, com a finalidade de ser ensinado e propagado. No entanto, o termo passou a ser depreciado como um modo errado de se expressar, fazendo surgir então uma oposição entre língua e dialeto.

Mais tarde ainda, durante o período colonial, as línguas dos povos americanos e africanos foi designada como dialetos, pois eram consideradas deficientes quando comparadas às línguas dos povos europeus e brancos. 

Contudo, no processo de formação das nações europeias, a diferença que até então era pregada entre língua e dialeto serviu como instrumento para impor uma variedade linguística sobre as outras. 

Essa variedade linguística é o modo como cada região se comunica e ainda se aplica às características de diferentes classes sociais, etnias, faixas etárias, categorias profissionais e assim por diante. Quanto mais conhecermos as variáveis sociais, mais entenderemos a variedade linguística. 

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Sotaque x Regionalismo – qual a diferença?

Muitos podem confundir sotaque com regionalismo, afinal ambos possuem características únicas de determinadas regiões, no Brasil e fora dele. Por sua ampla abrangência geográfica, os brasileiros têm o privilégio de experimentar em um só país, uma grande variação de regionalismos e sotaques.

De norte a sul, de leste a oeste, as populações têm características marcantes, seja na fala seja no comportamento, que são capazes de revelar suas origens a um desconhecido.

As peculiaridades não se resumem a um estado: dentro de cada um dos 27 estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal, há diferentes formas de pronúncias das palavras, expressões e costumes específicos, tornando quase impossível esmiuçar e vivenciar todos os regionalismos e sotaques existentes no país. Com isso, o regionalismo e o sotaque das capitais de cada estado são os mais reconhecidos nacionalmente. 

Neste artigo, vamos mostrar a diferença entre os conceitos de sotaque e regionalismo. Confira!

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Classificações da palavra “só”

A palavra “pode ser classificada como adjetivo ou advérbio, dependendo da forma como é empregada. No artigo de hoje, vamos falar detalhadamente sobre esse assunto. Acompanhe!

Sobre a semântica da palavra “só”

A partir do momento em que compreendemos as características que estabelecem as classes gramaticais, descobrimos que algumas delas são variáveis, como os:

  • substantivos;
  • artigos;
  • adjetivos;
  • numerais;
  • pronomes;
  • verbos. 

Além dos destacados, compondo aqueles que não se flexionam, temos também os advérbios, as preposições e as conjunções.

Assim, sabemos que muitas são as palavras que podem se apresentar de forma idêntica, porém por meio de significados diferentes, como a palavra “só” que, em alguns casos é demarcada como adjetivo, e em outros, como advérbio. 

Isso quer dizer que, para a enquadrarmos na classificação correta, devemos entender qual o seu contexto atual, verificando quanto as flexões que a ela se aplicam. Vamos, portanto, aos exemplos.

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Recomposição de aprendizagem – o que é e como fazer?

Ainda que a Covid-19 tenha sido uma das principais responsáveis pelos graves desafios educacionais, não foi somente em razão dela que a recomposição de aprendizagem surgiu no vocabulário escolar. 

Desde o ano de 2019, o Brasil já contava com problemas na educação, com milhares de jovens fora da escola e isso só aumentou com a chegada da pandemia. 

No entanto, o grande desafio atual do contexto escolar é aliviar os impactos causados pelo ensino remoto, os quais geraram muita dificuldade na aprendizagem dos estudantes, e ainda auxiliar os estudantes que, de alguma forma, foram prejudicados ao longo dos anos no âmbito escolar. 

Pensando nisso, neste artigo, vamos falar detalhadamente sobre a recomposição de aprendizagem e como ela pode ajudar com essa questão. Acompanhe!

O que é recomposição de aprendizagem?

A recomposição de aprendizagem consiste em um conjunto de estratégias com o objetivo de garantir que todo o conhecimento comprometido pelo distanciamento social seja recuperado.

Em outras palavras, trata-se de uma recomposição que tem como foco reduzir as desigualdades educacionais e aprimorar os conhecimentos, habilidades e competências de cada etapa do ensino. 

Para isso, a BNCC e suas diretrizes curriculares são excelentes ferramentas para ajudar com esse direcionamento, pois é necessário realizar uma seleção prévia daquilo que é prioritário de ser trabalhado durante o ano letivo, especialmente nas matérias de língua portuguesa e matemática. 

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Campo lexical x Campo semântico – diferenças e características

Ainda que sejam complementares, o campo lexical e o campo semântico possuem definições diferentes. Embora os dois sejam utilizados pela linguística textual com a finalidade de adequar o uso das palavras na língua portuguesa, é importante saber diferenciá-los. 

Para sanar todas as dúvidas a respeito desse assunto, neste artigo, abordaremos esses conceitos de forma detalhada. Acompanhe!

Diferença entre léxico e semântica

Para entender melhor a definição de campo lexical e de campo semântico, é fundamental falarmos sobre a diferença entre os termos léxico e semântica. Confira:

  • Léxico: é caracterizado pelo acervo de palavras utilizadas em uma determinada língua ou texto, considerando que nenhum falante domina o seu léxico de forma integral, pois o idioma e seus vocábulos sofrem constantes alterações.
  • Semântica: consiste no estudo do significado das palavras, ou seja, é a análise da significação dos vocábulos existentes na língua.

De acordo com essa definição, é fácil entender por qual razão grande parte das pessoas ainda confunde os dois conceitos, uma vez que ambos são associados diretamente à utilização das palavras. 

Vamos agora falar do campo lexical e do campo semântico de forma individual. Continue acompanhando!

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