Língua Portuguesa, Literatura e Alfabetização

Categoria: Para professores e pais (Page 1 of 4)

Processamento fonológico e alfabetização – qual a relação?

O processamento fonológico está conectado ao aprendizado da leitura e escrita. Ele é composto por três habilidades: consciência fonológica, memória de curto prazo fonológica e nomeação rápida

Neste artigo, vamos conhecer mais sobre essas habilidades e a importância que possuem no desenvolvimento escolar. Confira!

Consciência fonológica

É a habilidade da manipulação de sons, ou seja, a percepção sonora de uma palavra. Por meio da consciência fonológica, podemos fragmentar as palavras, isto é, dividi-las em sílabas ou fonemas. 

Quando a criança adquire a capacidade de manipular os sons das palavras, ela descobre que pode, também, trocar a ordem das sílabas, formando novas palavras, como é o caso da palavra “pata”, por exemplo. Ao inverter as sílabas, teremos “tapa”, um novo vocábulo. 

Por intermédio da consciência fonológica, os alunos conseguem notar a infinidade de possibilidades que podem ser trabalhadas com as letras, logo passam a ter a noção da leitura e da escrita. 

Continue reading

Alfabetização de crianças autistas – métodos e desafios

O processo de alfabetização é a etapa mais importante do desenvolvimento infantil. É por meio dela que a criança cria a habilidade da leitura e da escrita e passa a se expressar através de textos e frases, no entanto, a metodologia nem sempre é igual para todos, e a alfabetização de crianças autistas pode e deve ocorrer de maneira diferenciada.

Neste artigo, vamos falar sobre os desafios e métodos da alfabetização de crianças autistas. Confira!

Como se dá a alfabetização de crianças autistas?

As crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) têm características individuais e percebem o mundo de maneira diferente. Por esse motivo, é importante que os educadores investiguem as principais dificuldades e o desenvolvimento linguístico de cada uma delas.

É fundamental que os pais e profissionais da educação trabalhem em conjunto para que seja feita uma avaliação completa de cognição e psicomotricidade da criança com autismo, a fim de se criar métodos de alfabetização que se adequem às necessidades dela.

Para que a criança autista seja capaz de assimilar as habilidades necessárias para o processo de alfabetização, é imprescindível que se ocorra uma estimulação adequada, isto é, uma técnica que auxilie no processo de aprendizagem, como é o caso da metodologia fônica, que ensina os sons das letras antes da pronúncia de cada palavra.

Apresentar aos alunos com TEA o som das letras é uma tática que visa mapear a fala, tornando o método de alfabetização mais compreensível e concreto.

A maioria das crianças com autismo possui dificuldades no momento do aprendizado, entre elas, a organização e compreensão da linguagem, o bloqueio da atenção e a falta de entendimento dos sentimentos do outro. Por essa razão, é fundamental que as estratégias respeitem a forma como o cérebro da criança se comporta. 

Logo, trabalhar a sonorização das letras é uma maneira de fazer com que o cérebro assimile o som, antes mesmo de a criança conseguir pronunciar a palavra. Dessa forma, o aspecto cognitivo é beneficiado e os resultados tendem a ser satisfatórios. 

Continue reading

Alfabetização e psicomotricidade – qual a relação?

Você sabe de que maneira a psicomotricidade contribui para a alfabetização? Neste artigo vamos pontuar os principais benefícios de se alfabetizar em conjunto com os exercícios psicomotores. Confira!

Qual o objetivo da psicomotricidade na alfabetização?

Psicomotricidade e alfabetização são duas áreas interligadas no que diz respeito à educação, isso porque, antes de uma criança ler ou escrever, ela precisa ter o domínio do próprio corpo.

Ao apresentarmos uma folha de papel para um aluno, antes de mais nada, precisamos ensiná-lo a dimensão de espaço das linhas do caderno, a superfície que ela ocupa, a forma de conduzir o lápis. E tudo isso se dá por meio da psicomotricidade. 

O período de alfabetização é, sem dúvida, um dos mais importantes no processo de crescimento de um indivíduo e é papel da escola e dos pais tornar essa etapa mais proveitosa e agradável. 

A criança, desde os primeiros meses de vida, passa a ter noção do mundo por intermédio dos movimentos corporais: ela se arrasta no chão, engatinha, toca nos objetos, leva-os à boca, ou seja, explora o seu arredor com o auxílio do corpo. 

Quando ingressa na escola, esse desenvolvimento continua, porém com a introdução da leitura e da escrita, ou seja, o conhecimento das letras, números, atividades em grupos, jogos, dentre outros. 

O desenvolvimento motor é o antecessor de todas as demais áreas, isto é, para ler e escrever bem, para a progressão do raciocínio, concentração e memória, é necessário, primeiramente, ter-se o controle corporal, e isso só é possível através da psicomotricidade.

Continue reading

Fases da leitura – quais são e como diferenciar?

É muito comum associarmos a alfabetização apenas à decodificação de letras e sons, porém o processo é muito mais abrangente, envolvendo a leitura, escrita e a interpretação de textos. Neste artigo, vamos mostrar todas as fases ou estágios da leitura e mostrar suas principais características. Confira!

Quais são as etapas de desenvolvimento da leitura?

O primeiro contato com a leitura pode ocorrer ainda antes do nascimento. É através da contação de histórias feita pelos pais, ainda na gravidez, que a relação acontece. É chamada fase intrauterina, na qual a criança tem a proximidade com o hábito da leitura, mesmo que ainda não tenha nascido. 

Nas primeiras fases da infância, o crescimento do hábito da leitura é muito importante para a evolução do desenvolvimento social, emocional e cognitivo. Por esse motivo é fundamental que os pais ou responsáveis estimulem a criança ao prazer pela leitura desde cedo. 

A habilidade de ler e escrever precisa ser motivada, pois naturalmente é mais difícil de ser construída. É necessário que a criança tenha uma relação ativa e cotidiana com a prática da leitura e escrita, para que o processo de aprendizagem seja prazeroso. 

Abaixo vamos listar as 3 fases desse processo de apresentação e interação com a leitura na alfabetização. 

Estágio Logográfico

No estágio logográfico, a criança utiliza o texto como se fosse um desenho, ou seja, ainda não tem o discernimento de distinguir os códigos e combinações de letras. 

Nesta fase, se reconhece apenas as palavras as quais possuem mais contato, como por exemplo, um rótulo, uma marca conhecida, um cartaz ou um símbolo famoso.

A criança é capaz de acionar a memória visual e fazer a ligação com o que se está vendo no momento, como é o caso da identidade visual de uma loja ou outdoor de um fast food. Porém, a identificação só ocorre por esse motivo. 

Continue reading

Letramento Digital –  O que é e como fazer?

Você alguma vez já se deparou com o termo “Letramento Digital”? Sabe o que significa? Esse conceito faz referência à capacidade da leitura e escrita por intermédio dos meios digitais, isto é, ao uso da tecnologia para ensinar e aprender. 

Neste artigo, vamos abordar detalhadamente esse conceito e tirar as dúvidas que permeiam o assunto. Também vamos explorar o objetivo e as principais vantagens do seu uso para a educação. Confira! 

O que é Letramento Digital?

Com a pandemia do novo coronavírus, ficou evidente a necessidade imediata de preparação dos campos de ensino para os meios digitais. Em outras palavras, ficou clara a urgência em conduzir a educação via ensino híbrido. 

A tecnologia, antes já presente, se tornou essencial e levantou inúmeras questões acerca do ensino remoto, tanto para os alunos, quanto para os profissionais de educação de todas as áreas. 

A palavra “letramento”, que tem a sua origem pela expressão inglesa literacy, remete às letras e ao desenvolvimento da alfabetização dos educandos. O termo porém, vai além do simples processo de reconhecimento das palavras. Para haver letramento, é fundamental que se haja a compreensão dos contextos inseridos na produção de textos. 

O conceito de letramento, já presente na educação brasileira desde os anos 80, é conhecido como a capacidade de um indivíduo em ler, escrever e interpretar o que se escreve. Inclusive se refere tanto aos textos escritos, como orais e verbais. 

Logo, ele pode ser entendido como “interpretação de um todo”, permitindo que se tenha uma maior compreensão a respeito das circunstâncias comunicativas que nos envolvem.

Este conceito, quando usado com o termo “digital”, representa a competência responsável pelo entendimento dos cenários de leitura e escrita que acontecem nas esferas tecnológicas, ou seja, Letramento Digital é a aprendizagem feita através das mídias eletrônicas. 

Continue reading

Homeschooling: 5 metodologias para ensinar língua portuguesa

O homeschooling (educação domiciliar) é um movimento que tem crescido cada dia mais no Brasil. Por isso, neste artigo, vamos mostrar 5 metodologias que os pais podem seguir para ensinar a língua portuguesa em casa para seus filhos. Vejamos!

1) Tradicional

A metodologia tradicional é a mais conhecida, porque é a que espelha o modelo das escolas em geral. Nela, os pais trabalham com um livro didático e, depois da leitura da teoria, a criança resolve alguns exercícios.

Nessa linha, o foco principal é a memorização dos conteúdos, com o objetivo de conseguir bons resultados em provas e avaliações de modo geral.

A maioria dos pais, por já terem passado por escolas formais (por terem sido “escolarizados”), inicia o processo de homeschooling por este método.

2) Clássica

A metodologia clássica é baseada no Trivium, trata-se do modelo utilizado nas universidades da Idade Média e que visa estimular o domínio da linguagem por meio do ensino de três artes liberais: gramática, lógica e retórica.

Na primeira etapa (dos 5 aos 10 anos), as crianças vão trabalhar a gramática. O processo tem um foco grande no desenvolvimento da memória e do entendimento das estruturas da língua.

Na segunda etapa (dos 10 aos 14 anos), trabalha-se a lógica. O objetivo é o estudante aprender a resgatar o conhecimento e a utilizá-lo de forma coerente para compreender a realidade que o cerca, identificando argumentos válidos e inválidos.

Na terceira etapa (a partir dos 14 anos), o adolescente começa a estudar a arte da retórica. Nesse momento, a ideia é que ele aprenda a argumentar e a expressar suas ideias por meio da escrita e da fala.

Continue reading

Como desenvolver a letra cursiva?

A alfabetização é um processo complexo e envolve vários pontos importantes para a criança e para seu respectivo professor, dentre eles está o desenvolvimento da letra cursiva

A evolução da escrita é um dos primeiros marcos da criança na escola, porém, deve ser regada de cuidado e atenção. Neste artigo vamos ver como desenvolver a escrita cursiva. Confira!

Conhecendo a letra cursiva

Ao iniciar na escola, as crianças se deparam com muitas descobertas, um mundo até então desconhecido por elas, e uma imensa carga de informações novas. Dentre elas, está o primeiro contato com as letras, que se dá de forma natural. 

A dinâmica do ensino da escrita inicia-se com a letra bastão, mais conhecida como “letra de forma”, que é executada com um traçado mais simples e de fácil aprendizagem.

Para a criança que ainda está em desenvolvimento da leitura, usar a letra cursiva, por emendar uma letra na outra, dificulta esse processo. Por esse motivo, a letra de mão só é apresentada após as primeiras etapas da alfabetização, ou seja, quando o aluno já tem a noção da leitura.

Assim, a escrita cursiva, também conhecida como “letra de mão”,  é apresentada aos pequenos aos 5 ou 6 anos, geralmente de forma mais lúdica.  

Continue reading

Transtornos de escrita – quais são e como tratar?

O caminho até a fluência da escrita nem sempre é livre de percalços. Certas transtornos mentais impõem inúmeros obstáculos ao processo de alfabetização.

Há, por exemplo, três transtornos específicos de aprendizagem listados na edição mais recente do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), que é uma das bases de diagnósticos de saúde mental mais conhecidas no mundo. São eles: a dislexia (que causa prejuízos à leitura); a disortografia (relacionada à expressão escrita); e a discalculia (que afeta as habilidades matemáticas).

Os transtornos da expressão escrita, de acordo com os critérios diagnósticos do Manual, são manifestados pela:

  • Capacidade significativamente inferior à média das habilidades de expressão escrita para a idade cronológica da criança, ou de sua capacidade intelectual e nível de escolaridade;
  • Dificuldade na expressão escrita apresentada pelo indivíduo, que interfere de modo significativo nas atividades cotidianas que requeiram habilidades de escrita, como escrever frases gramaticalmente corretas e parágrafos organizados;
  • Presença de algum déficit sensorial, que dificulta sobremaneira a escrita;
  • Falta de habilidade na composição de textos, em gramática e pontuação e má organização dos parágrafos, com erros frequentes de ortografia e caligrafia precária.
Continue reading

Coordenação motora fina e alfabetização – entenda a relação

Massinha, costura e bordados, colagens com letrinhas de macarrão, grãos, miçangas. O que tudo isso tem em comum? São todas atividades interessantes capazes de ajudar a desenvolver a coordenação motora fina, sem a necessidade de realizar exercícios maçantes e repetitivos que deixam as crianças cansadas.

E, sabe-se, a coordenação motora fina, que é a capacidade de coordenar movimentos decorrente da integração entre cérebro, músculos e articulações, é uma habilidade fundamental para o processo de alfabetização.

Ao lado da evolução cognitiva, o desenvolvimento motor vai além de aprender a agarrar objetos ou de seguir desenhos pontilhados. Essa motricidade deve começar a crescer ainda nas séries iniciais – na verdade, ela começa nos primeiros passinhos, sob a forma de coordenação motora ampla, ligada a atividades relacionadas ao impulso físico, como quando a criança ainda rasteja no chão, ou quando pula e dança.

Já a coordenação motora fina é a capacidade de usar com precisão os músculos menores, localizados principalmente nas mãos e nos pés, para realizar movimentos delicados e específicos. É por meio dela que a criança se torna capaz de manusear objetos e de realizar atividades como recortar, costurar, desenhar, pintar e, claro, escrever.

Manusear o lápis

Manipular de forma correta um lápis não é algo nato. Precisa ser aprendido, e essa é a tarefa número um do processo de alfabetização infantil. Se a coordenação motora fina for bem-sucedida, será mais fácil passar, em breve, escrever com o lápis.

Exercitar as mãos de modo coordenado, portanto, é imperativo. Isso deve ser feito de modo criativo e criterioso.

É preciso atentar para os detalhes desse processo. Ensinar desde cedo a pegar corretamente no lápis, por exemplo, é muito importante. Pensando nisso, até o tamanho do objeto faz diferença e evita problemas ergonômicos e de caligrafia.

É fato que a criança que segura o lápis errado costuma se cansar mais ao resolver as tarefas – tentar usar um toquinho de lápis pode exigir um esforço muscular muito maior do aluno. Por outro lado, um lápis muito longo pode tornar a escrita instável e difícil.

O educador deve demonstrar qual é a pressão adequada a ser exercida sobre o lápis e, se necessário, auxiliar a criança a posicionar o lápis no ponto inicial do traçado e parar no ponto final da linha – aí está um dos exercícios mais comuns nas escola: o de descrever traçados dentro de uma trilha pontilhada, mantendo uma só orientação da folha.

Competências fundamentais

A partir daí, vale incentivar um conjunto de prática como recortar, pintar, desenhar, apertar e bater palmas de modo ritmado, colocando em prática competências fundamentais para o desenvolvimento cognitivo da criança, entre elas a atenção, a manutenção da atenção, a sequência, a memória e a imitação.

E os estudos mostram a importância da atividade motora em lugar do uso indiscriminado de tecnologias, pelo menos nessa fase da primeira infância. Várias pesquisas provam que a criança em fase de alfabetização que é exposta ao uso de lápis ou giz de cera apresenta muito mais ativação neurológica, se comparada a outra que utiliza um tablet. Isso revela como o movimento das mãos (mais incentivado pelo uso do lápis) determina o estímulo a competências mais efetivas.

A seguir, você pode ver quais são as tarefas que mais auxiliam a coordenação motora fina:

– Massinha: a criança pode manuseá-la, apertar, fazer bolinhas, em movimentos de sobe e desce com os dedinhos. Esse exercício lúdico trabalha a força das mãos, mas precisa de supervisão, para que os pequenos não levem o material à boca.

– Papel: ao amassar papel e fazer bolas, a criança movimenta as mãos e vai se aperfeiçoando no manuseio de objetos e no próprio controle das mãos. Ela pode ainda rasgar papel, realizando movimentos simultâneos e alternados.

– Fios e barbantes: pegar e usar algum objeto de modo criativo também ajuda a desenvolver a coordenação motora fina. A criança pode fazer colares, pulseiras e outros itens de decoração.

– Pintura: os desenhos com a mão, pincéis ou esponjas também otimizam a coordenação motora dos pequenos.

– Dobraduras: outra forma de exercitar as mãos que eleva a habilidade de manipular objetos de uma forma bem mais precisa.

É bom ressaltar que o ambiente doméstico pode ajudar muito a desenvolver as crianças, mas, seja como for, o papel de pedagogos e educadores é fundamental para estimular o contato seguro com objetos e desenvolver a coordenação motora fina das crianças.

*

Gostou do artigo? Então, vale a pena aprofundar seus conhecimentos com o Guia da Alfabetização.

12 atividades para estimular a escrita dos seus filhos

O pleno desenvolvimento da escrita começa bem antes de a criança sistematizar suas ideias “no papel” e explorar o mundo de forma dinâmica, criativa e sensível. Formar palavras, reconhecer sílabas e escrever nomes são um desafio para toda criança que inicia o processo de leitura e escrita, e inúmeras atividades podem (e devem) estimular nelas o desejo e a prática da escrita.

E muitas dessas brincadeiras precisam envolver o corpo, para incrementar as habilidades motoras. Porém, escrever não é só fundamental para o desenvolvimento escolar da criança, mas também para potencializar a imaginação.

Por isso, a brincadeira é uma das formas mais potentes de estimular a aprendizagem nos primeiros anos da educação infantil. Ao introduzir exercícios divertidos, o incentivo à escrita fica explícito de um jeito muito agradável.

Há muitas maneiras de estimular a escrita de forma criativa. Que tal, por exemplo, um bingo de sílabas? Ou o velho e bom “stop”? Por que não caminhar sobre letras ou escrevê-las na areia? Com certeza, cada uma dessas atividades – e muitas outras – são ferramentas para guiar os pequenos em busca do domínio da escrita.

Veja a seguir algumas ideias:

1) Bingo em família

O jogo é uma forma divertida de fazer com que os pequenos aprendam sobre as famílias silábicas. Elabore cartões coloridos e preencha algumas palavras, mas deixe faltando algumas sílabas. Em seguida, faça um sorteio dessas sílabas que faltam para que a criança possa preencher as palavras nos cartões.

2) Dinâmica dos nomes

Separe num papel o nome de palavras da vivência da criança e peça a ela que ajude a soletrar um nome de cada vez. Se possível, peça para apontar para o objeto ou a pessoa correspondente depois de soletrar e escreva você mesmo em um quadro ou no papel o nome ditado. Isso ajuda a entende o alfabeto e a fazer relações entre a escrita e a leitura de palavras importantes.

Continue reading
« Older posts

© 2022 Clube do Português

Theme by Anders NorenUp ↑